Por: Nelo de Carvalho

ImagemPara quem a ainda tinha dúvidas o que resta para os Kwachas são lagrimas e intrigas. O fantasma do desaparecimento deste partido assusta o que restou do mesmo, uma massa de simpatizantes que não acredita em nenhuma das versões vindo dos dirigentes daquele partido.

Os desertores em questão vindo das fileiras do Galo Negro têm mais voz e crédito que qualquer membro daquela agremiação, que quanto mais responsabilidade tiverem no mesmo partido menos ouvidos as pessoas prestam.

Não se perde diante desta situação. O que acontece com a UNITA é um processo natural de desmantelamento, não é se quer nenhuma crise, ao contrário, é o fim da crise. A existência da UNITA como partido político foi toda uma crise; a volta à normalidade para os angolanos é o fim deste partido. Não há regime democrático que suporte um partido como a UNITA. E a democracia Angolana passa pela extinção e o desaparecimento da UNITA. Isso não constitui uma estratégia anti-kwacha, vindo de fora das fileiras desse movimento, ao contrário, é um processo que se deve aceitar como normal e natural.

É como se diz no Brasil: depois de tanta desordem “ poeira está baixando”!

Como processo maligno a UNITA já deu o que tinha que dar; já ofereceu o que tinha que oferecer. O partido de Jonas Malheiro Savimbi já superou todas as maldades. O inferno e o Diabo não têm porque invejar Savimbi e os seus homens! Estes são as teses declaradas de tudo o que Angolana poderia ter de mais ruim e besta!

Se no texto, ou artigo passado, usei como exemplo Marcolino Moco, agora uso o exemplo de Abel Chivucuvucu. Este foi um dos primeiros a descobrir que aquele partido não tinha mais nada a oferecer aos Angolanos.

Os angolanos precisam se habituar, diante das circunstâncias que nunca tivemos –boa fase da nossa história-, diga-se, a direcionar suas preferências políticas e partidárias. Entre todas essas preferências a UNITA só deve ser vista como um caso de extinção e sumiço.

Ninguém em Angola tem algo a ganhar mais com a UNITA, Chivucuvucu, um político inteligente e carismático descobriu isso. Jorge Valentim não está fora como um verdadeiro herói; para mim, este mais velho é um dos personagens políticos que mais chamou atenção nos últimos 5 ou 6 anos. Soube se redimir, recuperar aquilo que todos precisamos para continuar a viver: dignidade e honra! E liberdade, assim como a razão e a consciência para continuar a dizer o que quer e pode.

Nelo de Carvalho

Nelo6@msn.com

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Patriota, que aborda a política angolana, com isenção, imparcialidade e rigor analítico.

2 responses »

  1. Joshua Quiteculo diz:

    Bem diz o escolhido de Deus, o nosso querido Presidente José Eduardo dos Santos, que Angola é o MPLA e o MPLA é Angola. E é por isso que, agora e sempre, nós aqui no “Ditos do Baú” ajudamos a varrer do nosso país todos os que não veneram o nosso querido líder.

  2. Love diz:

    este site é da segurança, dos bófias do regime JES. Para confundir a opinião pública

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