Fonte: Semanário Factual

 

ImagemPara além das irregularidades, constantes no processo de legalização da UPA, remetido ao TC, por quadros como Carlinhos Zassala, Nsanda Wa Makumbu, Bernardo António, Vita Francisco e outros, poderá pesar o facto de Lucas Ngonda, ter apresentado no dia dois de Janeiro do corrente ano, ao Presidente do TribunalConstitucional, uma Providência Cautelar não especificada, em que pedia o indeferimento do credenciamento da Comissão Instaladora da UPA, e o não atendimento do pedido de registo do futuro partido.

Lucas Ngonda na altura, fundamentara o facto da UPA ser um património cultural e histórico, e disse que “em síntese as originais da FNLA remontam a sete de Julho de 1954, quando vários nacionalistas fundaram na cidade de Matadi, hoje, RD Congo, a União das Populações do Norte de Angola (UPNA), que em 1958, deu lugar à UPA, que deu início à luta de libertação nacional, e 1961.

Na mesma senda, um acórdão, em resposta às inquietações de Lucas Ngonda, explicava que “mesmo que a UPA fosse património histórico da requerente, este facto não constituía impedimento legal à pretensão dos requeridos”.

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