Por: Ramalho Pinto (*)

ImagemInteresses ligados à empesária, contactaram a Forbes a pedir explicações, e foram surpreendidos ao saberem que tudo aquilo foi baseado em entrevistas e que não tem documentos alguns. O público.pt, reproduziu essas declarações que não credibilizam a Forbes nem Rafael Marques:

Confirmar essas declarações no seguinte Link: http://www.publico.pt/mundo/noticia/e-o-presidente-de-angola-que-faz-da-sua-filha-uma-milionaria-acusa-a-forbes-1603123:

  O artigo é assinado por Kerry A. Dolan, uma das coordenadoras da lista anual dos milionários, e pelo jornalista e activista angolano Rafael Marques, que dizem ter falado com muita gente no terreno e consultado muitos documentos. No entanto, Isabel dos Santos e o empresário português Américo Amorim – que se tornou um importante parceiro da filha do Presidente angolano –, entre outros visados directamente, não falaram com os jornalistas.

A revista Forbes, pode ter perdido alguma credibilidade ao acusar de forma sensacionalista a empresária Isabel dos Santos, sem provas concretas e baseadas apenas no depoimento do activista Rafael Marques.

 

“Um erro grave da Forbes, foi não ter consultado sequer a empresária, e limitou-se a ouvir Rafael Marques, que jornalismo é esse? Não apresentam nenhum documento, dizem que viram, mas nem uma cópia, nem uma foto com um telemóvel desses documentos, tiraram” – Afirmaram interesses da empresária. “Só isso serve para dizer que eles estavam formatados para produzir essa informação, o activista, pode estar a trabalhar sobre orientação de interesses externos” –  Concluiram.

 Ainda recentemente, o Ditos do Baú, publicou documentos que desmentem acusação de Rafael Marques, segundo às quais o Vice-Presidente da República estava a exercer o cargo Director na Sonangol China, o que não condiz com a verdade, de acordo com os documentos publicados por esse site, em que é demonstrada o pedido de resignação de MV ao cargo, ainda em 2011.

 O activista é muitas vezes questionado por ter rendimentos que advêm de ONG´s e interesses americanos, e Lobbys hostís ao Executivo angolano. Recentemente, alguns generais angolanos, processaram-no, por não ter tido provas e mais uma vez ter se baseado apenas no “ouvi dizer” e supostas entrevista, face à gravidade do caso e por não poder provar em Tribunal suas acusações, pediu aos seus amigos e interesses que representa para junto da ONU pressionarem o Executivo de Angola a desistir do julgamento contra ele, como quem diz, “limpar a borrada”, pois quem não deve, não teme.

 Essa atitude do activista requer reflexão profunda sobre o rigor e isenção versus promiscuidade e politização do jornalismo.

 

 (*) – Colaborador do cellnews.

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Patriota, que aborda a política angolana, com isenção, imparcialidade e rigor analítico.

One response »

  1. E MUITO COMPLICADO COMETAR ESTAS MATÉRIAS QUANDO NÃO TEMOS PROVAS ,MAIS QUEM NÃO DEVE NÃO TEME ,SE ELE PUBLICOU E PORQUE TEM PROVAS ,NA MINHA OPINIÃO DEVE SER PROCESSADO EM TRIBUNAL PARA PODER PROVAR . PORQUE O OFENDIDO TEM O DIREITO DE DEFENDER-SE.ESTA E A MINHA MODESTA OPINIÃO.

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